Delegados de Bataguassu, Batayporã e Ivinhema são transferidos

1112
Imagens: Arquivo/Jornal da Nova e foto do Dr. Guilherme
Redação/Jornal da Nova

Já foram publicadas portarias onde estão sendo removidos delegados de várias localidades do Estado de Mato Grosso do Sul. Em Batayporã, o delegado titular, Dr. Rafael Carvalho, foi removido para a 1ª Delegacia de Polícia Civil de Nova Andradina, onde ficará como adjunto.

Em Ivinhema, o delegado titular, Dr. Ricardo Cavagna, foi removido para a DEFRON (Delegacia Especializada de Repreensão aos Crimes de Fronteira), onde também será titular.

Já Dr. Guilherme Scucuglia, delegado adjunto da Delegacia de Polícia Civil de Bataguassu, foi transferido para a cidade de Dourados, onde atuará no 1º Distrito Policial.

Conforme apurou o Jornal da Nova, na próxima segunda-feira (2), já começa a chegar às delegacias os novos delegados.

Treinamento intenso e foco em um novo perfil da Segurança Pública

O 8º Curso de Formação dos novos delegados da PCMS (Polícia Civil de Mato Grosso do Sul) teve início em abril, com duração de 600h de aulas em regime integral de segunda-feira a domingo, inclusive nos feriados, com os três turnos e a oferta de aulas teóricas, práticas, operacionais e estágio supervisionado. A turma é formada por graduados em Direito, aprovados no último concurso de 2017 e vindos de 14 estados.

Dos 72 delegados, 15 são mulheres. Segundo o delegado-geral, Dr. Marcelo Vargas, as delegadas irão para municípios com o objetivo de reforçar o combate a crimes contra as mulheres e também contra crianças e adolescentes. As delegacias também irão receber o projeto Sala Lilás, em parceria com a Subsecretaria de Estado de Políticas Públicas para Mulheres. A sala Lilás é um ambiente preparado para atender mulheres, adolescentes e crianças de forma exclusiva.

A segurança nos munícios da faixa de fronteira também será reforçada com a presença de aproximadamente 30 delegados. “Todos os municípios da faixa de fronteira vão ter reforço nos atendimentos das delegacias. Com isso, vamos melhorar a elucidação de homicídios na região de fronteira, que são relacionados ao tráfico de drogas”, afirma Vargas.

COMPARTILHAR